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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Fotos tiradas dentro do avião AirFrance 447: Rio - Paris‏

Tenho dúvidas da veracidade das fotos, mas...
Fernando Guedes

Dear Friends,
Feel so sad for all the passengers including the extraordinary photographer, who kept his cool even in the last moments of his own life and took these photos.

The world saw the disappearance of an Air France aircraft during a trans Atlantic flight between Rio to Paris .
Two shots taken inside the plane before it crashed.
Unbelievable photos taken inside the aircraft that was involved in the crash.....


The two photos attached were apparently taken by one of the passengers in the aircraft, just after the collision and before the aircraft crashed. The photos were retrieved from the camera's memory stick. You will never get to see photos like this. In the first photo, there is a gaping hole in the fuselage through which you can see the tailplane and vertical fin of the aircraft. In the second photo, one of the passengers is being sucked out of the gaping hole.








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These photos were found in a digital Casio Z750, amidst the remains in Serra do Cachimbo. Although the camera was destroyed, the Memory Stick was recovered. Investigating the serial number of the camera, the owner was identified as Paulo G. Muller, an actor of a theatre for children known in the outskirts of Porto Alegre . It can be imagined that he was standing during the turbulence, he managed to take these photos, just seconds after the tail loss the aircraft plunged. So the camera was found near the cockpit. The structural stress probably ripped the engines away, diminishing the falling speed, protecting the electronic equipment but not unfortunately the victims. Paulo Muller leaves behind two daughters, Bruna and Beatriz.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Turbulência mais intensa na zona onde avião desapareceu


02-06-2009 - 12:42h


Turbulência mais intensa na zona onde ,avião desapareceu
Falha pode ter conduzido Airbus 330 à tempestade



A actividade da zona de turbulência por onde passou o voo 447 que ligava Rio de Janeiro a Paris está acima do normal este ano. Um piloto brasileiro que fez a mesma rota que o aparelho da Air France confirmou ao «O Globo» que «tem havido uma actividade muito forte na área».

A Força Aérea Brasileira (FAB) emitiu entretanto um alerta sobre as condições climáticas perigosas, com ocorrência de turbulência severa na região onde o Airbus 330 desapareceu.

Imagens de satélite, bem como os dados da Rede Mundial de Raios, que é operada na América do Sul pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) indicam a ocorrência de uma tempestade no horário e na área onde o avião desapareceu.

Na rota do aparelho, os dados de satélite dão conta do fenómeno de zona de convergência intertropical, onde existe uma «muralha» de nuvens muito densas e características das tempestades. É, aliás, este fenómeno que está a causar as chuvas torrenciais que assolam o Norte e o Nordeste do Brasil desde o final de 2008. Ainda não se sabe porquê, mas a atmosfera está a libertar uma quantidade anormal de energia este ano, informou o coordenador do projecto Ciclones do Atlântico do Sul ao «O Globo».

Cumulus nimbus «puxam» aviões para baixo

A carta meteorológica do dia mostrava a formação de nuvens de desenvolvimento vertical, os temidos cumulus nimbus.

«São as nuvens gigantes, que na região equatorial podem ter até 18 quilómetros de altitude, ou 45 mil pés», diz o meteorologista Luis Souza do INPE à revista brasileira «Época».

Este tipo de nuvens produzem descargas eléctricas e relâmpagos. As cargas eléctricas positivas de negativas dirigem-se ao solo e são seguidas de correntes de ar que empurram o avião para baixo. Os cumulus nimbus produzem a turbulência mais perigosa para os aviões, o «windshear», ou turbulência de baixa altitude com rajadas de vento.

Segundo disse o meteorologista do Departamento de Controle do Espaço Aéreo da Aeronáutica do Brasil (DECEA), major Robson Ressurreição, à revista «Época», os aviões costumam desviar-se destas nuvens, por ser muito difícil sair de dentro de um cumulus nimbus.

As imagens de satélite levantam a dúvida se algum tipo de falha terá colocado o avião na rota de uma tempestade perigosa. É que o controle de tráfego poderia ter dado indicações ao avião para uma mudança de rota e o piloto poderia também ter feito um desvio, de modo a evitar a intempérie.

Avião da TAP também viu a tempestade

À mesma hora, dois aviões da TAP atravessaram o Atlântico na mesma rota. Justamente um Airbus 330, igual ao avião da Air France que desapareceu, foi pilotado pelo comandante Jorge da Silva. À mesma hora o piloto português apercebeu-se da tempestade. Jorge da Silva relata ao «Jornal do Dia» da TVI24 que a turbulência era «normal» para aquela zona.

Mesmo assim, o voo da TAP foi obrigado a desviar-se da rota cerca de 80 milhas para evitar atravessar os cumulus nimbus.

Jorge da Silva duvida que o aparelho da Air France tenha sido atingido por um raio, uma vez que os aviões têm equipamentos específicos que descarga a electricidade dos raios para fora do avião. O piloto da TAP diz mesmo que já foi atingido em pleno voo por vários raios e «sem danos absolutamente nenhuns».

Por: Redacçãoemail